Paciente compareceu ao consultório queixando-se de ausência na região do elemento 13, e interessada em realizar um tratamento reabilitador no local.
A primeira opção dada, que envolvia a confecção de uma coroa sobre implante, foi de cara descartada pela paciente, que alegou não desejar realizar uma cirurgia.
Em virtude desta situação, começamos a avaliar a possibilidade de realização de uma prótese fixa na região, e neste momento, nos deparamos com as seguintes situações:
O elemento 12 encontrava-se hígido, e com caracterização vestibular que seria de difícil realização por parte do técnico em prótese;
O elemento 14 encontrava-se com ampla retração gengival, associada a lesão por abfração vestibular, o que faria com que a nova coroa pudesse ficar muito grande e desagradável esteticamente. Obviamente, a opção de recobrimento radicular com enxerto de tecido conjuntivo removido do palato também foi recusada pela paciente, já que também envolveria a realização de uma cirurgia.
A região correspondente ao dente 13 apresentava grande perda óssea, portanto, o rebordo encontrava-se muito alto, o que também levaria a colocação de um elemento protético com coroa clínica muito longa, o que também seria desagradável esteticamente. |
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