A inclusão implica, em primeiro lugar, aceitar todas as crianças como seres humanos únicos e diferentes entre si.
As diferenças individuais existem entre todos nós e não se justifica classificar grupos de pessoas como sendo especiais, e segregá-las na escola e em outros ambientes da vida.
Esse assunto causa certo desconforto às pessoas, principalmente no âmbito educacional, porque sabemos que a inclusão acontece, realmente, quando as escolas modificam-se. E, a modificação não deve acontecer somente nas instalações físicas; mas, também, nas propostas pedagógicas, metodológicas e administrativas.
A fonoaudiologia, porém, atua na inclusão de pessoas com patologias como: deficiência mental, paralisia cerebral, deficiência auditiva, síndromes; bem como, na reinserção de pessoas que sofrem algum transtorno que acarretou alterações fonoaudiológicas, como: distúrbio e ou dificuldade de linguagem oral e escrita, alterações miofuncionais e alterações auditivas.
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