A má oclusão
tipo Classe II de Angle aflige aproximadamente 33%
da população infantil brasileira no
período de dentadura decídua. Este tipo
de má oclusão somente piora à
medida que o tempo passa e o paciente fica mais velho.
Há um estirão de crescimento muito
importante durante a infância, maior do que
durante a adolescência, conforme demonstrado
por Nanda. Até os seis anos de idade a criança
apresenta cerca de 80% do crescimento facial de um
adulto, como se observa nas investigações
longitudinais de Snodell et al, Godolfin et al e Gribel.
De acordo com Nanda, o padrão facial é
estabelecido numa idade muito tenra, mesmo antes da
erupção dos molares permanentes.
De acordo com Wieslander “… um curto
período de tratamento ortopédico interceptativo
no início da dentição mista pode
indicar a correção de desvios esqueléticos
e estabelecer uma relação normal entre
maxila e mandíbula”.
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